sábado, 13 de novembro de 2010
REPOLHO
O repolho já foi chamado com justiça de “médico dos pobres”. É rico em vitaminas C e B6 (importante para a assimilação das proteinas e gorduras, também ajuda a evitar problemas dos nervos e da pele) e nos minerais potássio, enxofre, cálcio, fósforo e ferro. É um alimento depurativo do sangue, e por isso indicado para os anêmicos, desnutridos e debilitados. Estimula a digestão e o bom funcionamento de todos os órgãos do aparelho digestivo, e auxilia no combate à tuberculose.
É consumido sob a forma de salada crua, refogado, cozido, cozido com leite (fica muito gostoso!) ou de chucrute, fermentado com água e sal, um prato típico alemão. É curioso, mas verdadeiro: comido cru, repolho é mais saudável e digestivo do que cozido. O cozimento deve ser rápido, de preferência no vapor, com a panela destampada por alguns minutos para que os gases de odor desagradável se evaporem. O repolho roxo pode ser usado cru em salada ou refogado com maçã, uma pitada de cravo em pó e um bocadinho de mel, o que lhe dá um sabor perfeito para acompanhar assados (pato, porco etc.). De qualquer forma que for usado, deve ser bem mastigado para não pesar nem formar gases. Importante: não abuse da quantidade em cada refeição.
O suco de repolho é indicado para tratar vermes em crianças (20 a 30 gramas de suco em jejum, três dias consecutivos) e para combater as úlceras do estômago. Recomenda-se o suco de repolho fresco misturado ao de aipo para amainar os distúrbios intestinais; e o suco puro, aplicado em fricções no couro cabeludo duas vezes por dia, para estimular o crescimento dos cabelos.
As folhas de repolho, trituradas, são ótimos cataplasmas contra feridas, tumores, inflamações, hemorroidas, gotas e reumatismo. Recomenda o suco do repolho para as doenças do fígado.
Etiquetas: Repolho
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VIVER COM SAÚDE

“O ser humano morre pela boca, pelo que come e pelo que fala”
A procura de equilíbrio entre o que nos dá prazer, em termos gustativos, e o que é recomendado pelos nutricionistas e médicos,
é algo que faz parte do nosso dia-a-dia.
Supostamente, secumbimos muitas vezes ao pecado da gula,
mas precisamos de admitir que mesmo as dietas mais rígidas aceitam dias de folga dos quais devemos desfrutar sem complexos de culpa.
O acto de ingerir alimentos não deve ser apenas a resposta a uma necessidade fisiológica,
mas sim um momento privilegiado de interacção com o meio que nos rodeia.
Algumas vezes exageramos, enquanto noutras deveríamos seguir as regras de uma alimentação equilibrada.










