domingo, 1 de agosto de 2010

PÊRAS
Suculentas e doces, com textura simultaneamente macia e algo granulosa, as peras são bastante apreciadas em Portugal.
São ricas em potássio, que desempenha um papel regulador ao nível da tensão arterial, vitamina C, ácido fólico e pectina, uma fibra solúvel, que ajuda a regularizar o trânsito intestinal.
O seu valor calórico é reduzido – cada 100g de pêra fornece cerca de 41 Kcal.
Apesar de não estar perfeitamente documentado na literatura científica, as peras são muitas vezes recomendadas pelos profissionais de saúde como alimento hipoalergénico uma vez que a probabilidade do seu consumo causar reacções adversas é muito reduzida comparativamente a outros frutos.
Por isso, costuma ser das primeiras frutas a ser introduzida na alimentação dos bebés.
A pêra deve ser consumida quando estiver com a casca firme sem fissuras, cortes ou manchas. Deve ser mantida em local fresco e seco evitando a utilização do frigorífico de modo a que não ocorram alterações do seu sabor e aroma.
Para se aproveitar ao máximo o seu poder antioxidante deve ser consumida no seu estado maduro. Na culinária pode ser utilizada na confecção de geleias e compotas, tortas, cremes, purés, sobremesas, batidos e gelados, além de constituir uma excelente sobremesa ou merenda in natura.
As pêras secas fornecem muitas calorias e são fonte razoável de fibras. Contêm ferro e são ricas em potássio. Podem ser consumidas directamente da embalagem como merenda ligeira mas muito energética ou podem ser colocadas de molho antes de serem cozidas
Etiquetas: Pêras
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VIVER COM SAÚDE
“O ser humano morre pela boca, pelo que come e pelo que fala”
A procura de equilíbrio entre o que nos dá prazer, em termos gustativos, e o que é recomendado pelos nutricionistas e médicos,
é algo que faz parte do nosso dia-a-dia.
Supostamente, secumbimos muitas vezes ao pecado da gula,
mas precisamos de admitir que mesmo as dietas mais rígidas aceitam dias de folga dos quais devemos desfrutar sem complexos de culpa.
O acto de ingerir alimentos não deve ser apenas a resposta a uma necessidade fisiológica,
mas sim um momento privilegiado de interacção com o meio que nos rodeia.
Algumas vezes exageramos, enquanto noutras deveríamos seguir as regras de uma alimentação equilibrada.










