domingo, 5 de setembro de 2010
PIMENTOS ou PIMENTÕES
Excelente fonte pouca calórica de vitamina A e C.
Os pimentões são parentes da pimenta malagueta.
Excelente fonte pouca calórica de vitamina A e C.
Os pimentões são parentes da pimenta malagueta.
Os pimentões em forma de sino de quatro lóbulos estão entre as variedades mais comuns no mercado.
Durante o processo de amadurecimento, eles variam em cor, indo de verde ao amarelo e vermelho. Os que colhidos ainda verdes não ficam vermelhos, pois amadurecem somente no pé. Como os pimentões ficam mais doces com a maturação, os vermelhos são mais doces que os amarelos e verdes.
Existem outras variedades de pimentão, como os alongados e amarelados, os com cerca de 35 cm de comprimento e alguns em formato de coração.
Uma porção de 1/2 xícara de pimentão contém apenas 12 calorias, mas o o conteúdo de vitaminas varia de acordo com a cor. Comparando pesos iguais, os pimentões fornecem mais vitamina C que as frutas cítricas. Uma porção de pimentões verdes fornece mais de 100% da RDA (Ingestão Dietética Recomendada) de vitamina C, enquanto os pimentões vermelhos fornecem 50% a mais de antioxidantes. Por outro lado, uma porção de 1/2 xícara de pimentões verdes fornece apenas 5% da RDA de vitamina A na forma de betacaroteno, comparados a 55% da RDA nos vermelhos. Além disso, os pimentões fornecem quantidades pequenas de vitamina B6 e folato.
Os pimentões de cores fortes possuem alto teor de bioflavonóides, pigmentos vegetais que ajudam a prevenir contra o câncer, de ácidos fenólicos que inibem a formação de nitrosaminas cancerígenas e de esterol vegetal, precursor da vitamina D que parece proteger contra o câncer.
Os pimentões podem ser servidos crus, fatiados como aperitivos, na salada ou em pastas, cozidos no vapor, tostados, recheados ou cozidos. Cozinhar no vapor, fritar ou outros métodos de preparo rápido não reduz de forma significativa seu valor nutricional.
Etiquetas: Pimentos
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VIVER COM SAÚDE

“O ser humano morre pela boca, pelo que come e pelo que fala”
A procura de equilíbrio entre o que nos dá prazer, em termos gustativos, e o que é recomendado pelos nutricionistas e médicos,
é algo que faz parte do nosso dia-a-dia.
Supostamente, secumbimos muitas vezes ao pecado da gula,
mas precisamos de admitir que mesmo as dietas mais rígidas aceitam dias de folga dos quais devemos desfrutar sem complexos de culpa.
O acto de ingerir alimentos não deve ser apenas a resposta a uma necessidade fisiológica,
mas sim um momento privilegiado de interacção com o meio que nos rodeia.
Algumas vezes exageramos, enquanto noutras deveríamos seguir as regras de uma alimentação equilibrada.










